terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Kiko Dumorro

Tive a idéia de editar este vídeo para divulgação do nosso trabalho, então reuní alguns videos de nossa caminhada, como uma forma de divulgar o RAP alagoano...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

História da Dança de Rua


As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.


Estilo de Danças de Rua

Breaking, B-Boying – Foi desenvolvido pelos garotos do bairro do Bronx (NY) entre 1975 e 1976 nas block parties (festas de rua) ao som dos ritmos latinos, soul, funk e jazz. O fato curioso sobre o nascimento deste estilo, é que ele fora desenvolvido pelos adolescentes da época, que por não conseguirem imitar corretamente seus irmãos mais velhos e seus pais, que dançavam embalados pelo soul, acidentalmente acabaram criando um estilo mais radical, composto por Top Rock, Footwork e Freeze. Breaking geralmente é dançado ao som de Funk (original dos anos 70) ou senão das mixagens conhecidas como Break Beats. B-Boy / B-Girl – termo criado pelo pai de todos os DJ’s, DJ Kool Herc, não por causa dos movimentos robotizados mas sim para se referir àqueles que dançavam na roda quando os DJ's ficavam repetindo uma certa parte instrumental da música, que é o break da música, daí surgiu o nome. O DJ brincava perguntando “Onde estão os B-Boys (Break-Boys) e B-Girls (Break-Girls)?”. Todos já sabiam que Kool Herc iria construir as batidas para o Grupo de Elite de Dançarinos que participavam de suas festas. O nome pegou e hoje representa, de modo genérico, o praticante de todos os estilos do Breaking. Mas que fique claro que B-Boy e B-Girl são aqueles que dançam o B-Boying, Breaking. Vale uma observação: B-Boy também tinha outras duas interpretações: Beat Boy ou Bronx Boy.
Locking – criado por Don Campbellock no final dos anos 60, em Los Angeles. Pode-se dizer que este estilo fora inventado acidentalmente pelo fato de Campbellock nunca ter conseguido interpretar corretamente os passos do funk chicken (estilo popularizado por James Brown em suas apresentações). É importante lembrar que o dançarino de locking é denominado de locker. Popping – criado por Boogaloo Sam, natural de Fresno (Califórnia). Num sincronismo de braços e pernas o popping estiliza o pipocar (pipocas estalando) de movimentos. Boogaloo Sam também fora o criador do estilo boogaloo style em meados de 70 e o passo denominado de backslide, usurpado por Michael Jackson e popularizado com o nome de moonwalk. Vale ressaltar que o dançarino de popping é identificado pelo nome Popper.
Up Rocking, Brooklyn Rock, Rockin – criado entre 1967 e 1969 pelos dançarinos Rubber Band e Apache (idealizadores da Dynasty Rockers Crew), no bairro do Brooklyn (NY). Este estilo consistia na simulação de uma luta (ataque e defesa) enquanto se dança e seu objetivo é marcar, pegar o adversário desprevenido (burn) marcando assim pontos como se de fato tivesse sido acertado algum golpe. Extinto no inicio dos anos 70, alguns de seus passos reaparecem junto às coreografias dos B-Boys do bairro do Bronx (NY). Cabe lembrar que o dançarino de Up Rocking era denominado de Rocker.
Breakdance – Termo lançado erroneamente pela mídia quando esta dança teve seu boom nos anos 80 nos EUA.
Dança de rua, criada na rua, crescida na rua. Seja Breaking, Up Rocking, Popping, Locking ou outro nome que queiram dar, todos estes estilos são da rua!
É a expressão corporal dançante do Hip Hop. Surgiu em meados da década de 60, e veio para dar um basta à violência praticada pelas gangues da época, pois os jovens preocupados em se superar cada vez mais nos movimentos esqueciam dos problemas e da violência originária das ruas, até que as richas entre as gangues passaram a ter um sentido menos violento. Daí surgiu o “racha” entre as gangues (quem dançasse melhor sairia vitorioso) que existe até hoje, só que de um jeito menos ofensivo.
A Dança de Rua vai muito além de uma forma de dança. É mais que tudo, um estilo de vida para quem ama o Hip Hop, é atitude, é arte de rua.
É que sempre rolou uma certa richa entre o povo de Nova York e o povo de Los Angeles sobre quem criou o que, quem faz melhor do que quem e estas desavenças que existem em qualquer lugar do planeta.
James Brown, o famoso Rei do Soul, está por todos os lados influenciando a Dança de Rua. Estava na cabeça (e no corpo) dos nova-iorquinos no surgimento do B-Boying no Bronx. Brown criou do “Get on the Good Foot”, o "Good Foot" foi um dos primeiros “freestyle dance” espontânea e elétrica, baseada em subidas e descidas, giros e chutes. Os jovens de periferia pegaram o Good Foot e temperaram com a rua. É mais fácil descrever o Good Foot, concordando com Michael Holman: imagine uma grande marcha em uma parada, dando passos longos e altos, ficando com uma perna arrastada no chão e com os quadris soltos para a batida, abaixando simultaneamente a outra perna.
Enquanto isso, na Costa Oeste, em cidades como Los Angeles e Fresno, o Popping e o Locking estão por toda à parte fazendo milhares de jovens dançarem. E James Brown estava lá, marcando presença mais uma vez. Boogaloo Sam disse que deu o nome de Boogalooing para o estilo que criou por causa da música “Do The Boogaloo” (dec. 50). Como os movimentos que Sam faziam eram muito estranhos, ele chamou de Boogalooing. Os estilos surgidos na Califórnia, que são mais complexos e em maior número, possuem uma dezena de gêneros irmãos que influenciaram e foram influenciados por eles:
Strutting Hitting Floating, Cutting Wacking Punking, Showcasing Ticking Hustle, Animation Voguing Scarecrow, Puppet Waving.
Costuma-se dizer que um B-Boy completo (porém básico), de acordo com os dançarinos do meio da década de 70, é aquele que realiza sua apresentação em 3 partes principais, sendo elas:
O Top Rock (originado no Bronx) é quando o B-Boy dança na vertical, em pé. Tem hoje a função de apresentação, ao entrar na roda o B-Boy / B-Girl completo, nunca deixa de apresentar o seu Top Rock, é o cartão de visitas apresentando o seu estilo, só depois ele desce ao chão para executar o Footwork. Quem não apresenta o seu Top Rock e o seu Footwork na roda não pode ser considerado um B-Boy / B-Girl completo.
O Footwork (conhecido por nós como Sapateado) é o trabalho realizado pelos pés surgiu quando os "boie-oie-oings" (como eram chamados os B-Boys no inicio) começaram a movimentar o corpo circularmente com o apoio das mãos, fazendo tambem movimentos mais arriscados como saltos no ar. O Footwork é a base do B-Boying. Após sua rotina, o B-Boy sempre termina sua entrada com um Freeze.
O Freeze é um congelamento no qual o B-Boy tem o ápice de sua apresentação, os bons freezes geralmente duram no mínimo dois segundos na posição escolhida, como já disse a lenda Mr. Freeze (RSC) e quanto maior o grau de dificuldade de execução, maior a sua qualidade.
Por fim, entram os Moves (movimentos). O giro de cabeça, os saltos, os moinhos de vento, etc. São movimentos influenciados pela ginástica e ginástica olímpica com tempero da Rua. Existe uma grande discussão mundial, sobre o valor real dos Moves. Não há dúvida que um leigo em Breaking vai achar um Mortal “melhor” do que um Footwork. Porque o mortal é mais difícil, é mais bonito. O que tem ocorrido é que a última geração de B-Boys e B-Girls assistem as fitas de campeonatos e vêem muitos Moves. Na hora de ensaiar, esquecem da base (Top Rock, Footwork e Freeze) e só ensaiam saltos. Não é conservadorismo acreditar que um bom B-Boy / B-Girl é aquele que é completo, ou pelo menos se esforça para isso.
Alguns acham que a força dos movimentos tem um grande impacto e muita energia, basta mostrar seu jeito individual e original nos movimentos que faz. Além disso, a força dos movimentos, realmente, não se faz com a batida e sim no modo como se gira. Por esta razão o Rock Steady Crew sugere que os Footworks fossem enfatizados, como o Breaking dos anos 90 e os Moves também podem ser incorporados, desde que o sejam feitos como dança, ou harmonicamente incorporados a ela.
Resumindo, pode-se dizer que Nova York é ritual, combate, força; Los Angeles é Funk, é estética, é corpo.
A televisão influenciou muitas pessoas no início da década de 70 com programas como The Big Show, What’s Happening e o Soul Train, (neste último, havia dois Lockers, Jeffrey Daniel e Shalamar) que faziam parte do elenco fixo junto com o lendário grupo L.A. Lockers. Pode-se até afirmar que jovens de Nova York foram influenciados por jovens de Los Angeles, engraçado não?
Do outro lado do país Kool Herc fazia festas com um carro equipado de dois toca-discos e um mixer, os chamados Boom Boxers e levava também dois dançarinos conhecidos como The Nigga Twins, que no futuro também seriam chamados de B-Boys, pois também dançavam na quebrada da música misturando Dança de Rua com outros estilos.
Os fundadores em Nova York não podem ser esquecidos (The Nigga Twins; El Dorado; Sasa; Mr. Rock). A primeira geração de equipes quase nunca é citada, pois a maioria dos B-Boys e B-Girls acham que o B-Boying começou com a Rock Steady Crew, o que não é verdade. O porto-riquenho Trac 2, lendário membro da equipe Starchild La Rock conta que já havia gente dançando pelas calçadas do Bronx onde estavam a maioria das equipes e que foram os latinos que mantiveram a chama acesa, pois a maioria dos negros viam o B-Boying / Breaking como uma moda e abandonavam a dança logo. Cito algumas equipes desta época e membros de destaque que suavam ouvindo “Apache” e “It’s Just Begun”:
Salsoul Crew (Vinnie e Off); TBB; Zulu Kings (Beaver e Robbie-rob); Rockwell Association (B-Girl Mama Maribel); Floor Lords (Manhattan); Floor Masters (Manhattan); Starchild La Rock (Trac 2, Bos); B-Boys in Action; Yoke City Mob; Young City Boys (Freeze, Ken Swift); Crazy Comanders Crew (Spy e Shorty); KC Crew; Master Plan.
Não podemos deixar de citar a Guettoriginal Company Dance formada por importantes gangues como: Magnificent Force, Rhythm Technicians e Rock Steady Crew, que juntos fizeram um vocabulário para os movimentos e criaram o Jam on the Groove que se destacou e invadiram o espaço de outras danças recebendo convites para apresentações no Central Park em NY, em Viena, Paris, em Tókio e muitas outras apresentações pelo mundo.
A popularidade dos filmes de Kung Fu durante os meados dos anos 70, especialmente na cidade de NY deu um grande impacto no estilo B-Boying. Um grande número de movimentos das artes marciais incorporou-se junto ao B-Boying, que também sofreu influencia das danças nativas da África e dos EUA e da Capoeira brasileira. São mais combativos e ritualísticos. O próprio Up Rock (Brooklyn Rock) consiste em movimentos de ataque e defesa, representando socos, machadadas, marteladas dentro de uma estrutura de 5 tempos.
A maior rivalidade de crews durante aquele período, foram entre o SalSoul (esta crew muda seu nome mais tarde para DiscoKids) e The Zulu Kings assim como entre Starchild La Rock e Rockwell Association. Naquele tempo os movimentos eram somente Freezes, Footworks e Toprocks. Não havia giros! Rachas históricos foram travados entre estas equipes.
Como a tradição de batalha de dança já esteve bem estabelecida naquele tempo e como incorporado dentro da cultura Hip Hop ("lute com criatividade, não com armas"), isto ficou mais e mais uma dança que envolvida ao B-Boy usando sua imaginação para executar o sapateados com os pés, arrastos e outros movimentos de batalha. A meta principal em uma Batalha de Breaking foi bater o "adversário" por existência da mais criativa com passos e Freezes e por melhor e mais rápido movimento.
Existe um conceito errado proposto pela grande mídia que diz que o Breaking era usado pelas gangues, que dançavam ao invés de brigarem, no entanto, isto está completamente longe de ser verdade, pois os rachas (battles) de Breaking também eram grandes criadores de tumultos e muito naturalmente aconteciam várias brigas por causa dessas batalhas de B-Boys.
Com o tempo, as lendárias batalhas ou "rachas" evoluíram para um estágio de desenvolvimento de conceitos diversos, que iam desde a compreensão dos difíceis passos da dança, até programas de recuperação de jovens viciados ou que viviam nas ruas.
Apesar de ter nascido em uma comunidade Negra, foram os porto-riquenhos que deram vida ao Breaking. Foram eles que introduziram o uso de acrobacias e movimentos de ginástica olímpica, além de inventarem dezenas de novos passos. B-Boys como Crazy Legs do Rock Steady Crew foram influenciados por dois desses porto-riquenhos, Jimmy Lee e Joe Joe.
E as minas? Asia One, Roc-A-Fella, Dandy, Lady Rock, Baby Love, Lady Doze, China, Lisette são as B-Girls que formaram a primeira geração. O tempo passa e muitos B-Boys e B-Girls param, casam, vão para a faculdade e uma nova geração surge. É nos anos 80 que o B-Boying se transforma em Breakdance (rótulo midiático). O aparecimento de equipes como Floor Masters, Rock Steady Crew, Dynamic Rockers, Magnificent Force e The Brooklyn Dinasty entre outras transformaram positivamente e negativamente o cenário do Hip Hop. Cito alguns deles:
Pontos positivos: A realização de filmes tornou o Breaking popular. Em 1981 a ABC News mostraram uma performance da Rock Steady Crew no Lincoln Center. Então em 1982 uma batalha entre Rock Steady Crew e Dynamic Rockers foi registrado ao filme/documentário “Style Wars" que esteve mais tarde também nacionalmente no PBS. No mesmo ano o "Roxy" outrora conhecido como um Rollerskate Disco foi reaberto como um Hip Hop Clube. Em 1983 o filme "Flashdance", embora não fosse um filme de Breaking, as cenas curtas onde apareciam B-Boys dançando causaram grande impacto, suficiente para inspirar as pessoas a começar a fazer B-Boying por todo o mundo, surgiu nos cinemas e o clipe de vídeo de Malcolm McLarens "Buffalo Gals" foi mostrado em TV. A Rock Steady Crew foi destacada em ambas produções e eles foram visto por toda a parte o mundo por causa do sucesso deste filme e desta canção. Que foi a liberação à explosão de mídia na maioria de países ao redor do mundo. Para todos o Breaking foi alguma coisa nova, alguma coisa que nunca tinha sido vista antes, alguma coisa que é realmente espetacular e fascinante. Ainda no mesmo ano o filme "Wild Style" apareceu e para promover ele o "Wild Style" - teve uma excursão, que foi a primeira excursão internacional destacando a cultura Hip Hop. O MC’s, DJ’s, Graffiti Writers e B-Boys foram até Londres e Paris e isto foi o primeiro tempo que o Breaking podia ser visto "ao vivo" na Europa.




Breve eu postarei mais sobre o assunto e os nomes originais dos movimentos e seus criadores....até mais rapaziada!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

5ª Batalha Alagoana Individual de Breaking


Aconteceu! ontem, dia 27 de setembro, aconteceu a 5ª Batalha Alagoana Individual de Breaking, no auditório da Prefeitura Municipal de de União dos Palmares - AL. a batalha contou com a participação de B.Boys de Maceió e Uniao dos Palmares, com alguns atrasos, aconteceu tudo bem, além da batalha houve mostras de videos de batalhas passadas, e logo após teve inívio a batalha, com vitória de Kiko (UZB) 1º lugar, Danilo, 2º lugar, que no ano passado ficou em 1º, e Vá que mais uma vez ficou em terceiro.
A Batalha de Popping que ia acontecer, não aconteceu, devido a falta de interesse, daqules que se dizem dançar "Popping" ou "Kebrada", é triste saber e ver essas coisa, pois nós corremos atrás disso, para que isso acontecesse, pois ainda em nosso estado não temos batalhas deste estilo, mas fica aqui o meu comentário sobre esta situação atual desses que dizem dançar "Popping"
E logo ao término da batalha aconteceu a oficina de locking, que também deixou a desejar, pois alguns se mostraram interessados, mas desistiram perto do fim do curso, mas, teve fim até o ultimo aluno, e é isso que tem que acontecer, força de vontade e coragem, determinação, é isso que o Hip-Hop deve transmitir e é isso que devemos fazer. até a proxima edição B.Boyngs, se tudo certo!!!!

Jurados: Jão - Style - Zulu Fernando
O campeão
1º lugar - Kiko
2º CB16
3º Lugar - Vá
Os campeões
Eu....rs
DJP e a Madrinha da Posse - Marcia Susana
Os pariceiros...rs
B.Boy Costela
B.Boy Jão
B.Boy Dadinho
B.Boy CB 16
B.Boy Vá
B.Boy Val
B.Boy Léo One
B.Boy Xandy
B.Boy Samot
B.Boy Nino
B.Boy Manchinha
B.Boy Kiko -
B.Boy CB16
B.Boy Kiko
Oficina de Locking com Jessé B.



Realização - Associação Cultural e Esportiva Quilombola - ACEQ. 

terça-feira, 28 de julho de 2009

Batalha Alagona Individual de Breaking 2009!


Setembro dia 27, 5ª Batalha Alagoana Individual de Breaking, na quadra municipal de União dos Palmares - AL. junto a batalha haverá também Batalhas de POPPING, com jurados de AL e PE. as inscrições para as duas batalhas custará 5 reais. contatos pelo fone:(82) 9125-8714 ou pelo meu orkut, conto a participação de toda comunidade Hip-Hop da região da zona da mata e proximidades! e vamo que vamo que o som é pra dançar!!!

A premiação da batalha de B.Boys será de 100 reais, o 2º e 3º lugar será o dinheiro q será juntado na inscrição.

A batalha dará inicio apartir das 14:00 horas

Segue em baixo as regras da Batalha:

BREAKING:

-->
O B. Boy deverá apresentar o seu conhecimento nas áreas:
Top-Rocking, Footworking, Freezer, e Style.
A Batalha será aberta para todos os seus movimentos, mas, vale lembrar que só ganhará pontos pelos os seus fundamentos.
O B. Boy deverá respeitar a linha que divide a sua área que o separa da roda.
O B. Boy deverá respeitar o tempo estimulado que será um tempo de 30 segundos pra cada participante.
O B. Boy deverá respeitar os jurados, e não usar gestos obscenos em direção aos jurados e ao seu adversário.
O B. Boy deverá respeitar a linha que divide a sua área que o separa da roda.
O B. Boy não deverá copiar movimentos de outros B. Boyngs.
O que será julgado:
  1. Técnica
  2. Fundamentos
  3. Musicalidade
  4. Ritmo
  5. Criatividade
POPPING:
-->
O dançarino não deverá copiar movimentos de outros Poppers.
Não será permitido mais que duas repetições dos movimentos.
O dançarino deverá respeitar a linha que divide a sua área que o separa da roda.
O dançarino deverá respeitar o tempo estimulado que será um tempo de 30 segundos pra cada participante.
O dançarino terá duas entradas de 30 segundos, onde ele não poderá repetir o que já tenha feito na primeira entrada.
O dançarino deverá respeitar os jurados, e não usar gestos obscenos em direção aos jurados e ao seu adversário.

O que será julgado:

  1. Técnica
  2. Fundamentos
  3. Musicalidade
  4. Ritmo
  5. Criatividade 
Realização - Associação Cultural e Esportiva Quilombola - ACEQ. 

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Casa do Hip Hop comemora 10 anos

Sábado de música e dança em Diadema. É a festa da Casa do Hip Hop, que hoje comemora 10 anos de arte e cidadania.

Em cada roda, olhares admirados. No local, qualquer um pode se tornar a atração principal. É só se entregar ao ritmo.

DJs se revezam para fazer essa mistura dançante e cheia de influências. Não é apenas um ritmo. É também uma cultura. A casa do Hip Hop de Diadema hoje faz aniversário. São dez anos de atuação na periferia de Diadema.

Para comemorar, um dia inteiro de festa, com muito som e dança. O rapper Taíde fez questão de prestigiar.

Fora do galpão da música, é o cheiro de tinta que domina. As paredes ganharam não apenas cores, mas mensagens, que podem ser de protesto, de homenagens ou simplesmente arte. É o grafite, uma das expressões mais fortes da cultura Hip Hop.

Ainda dá tempo de participar! A festa com DJs e grupos de dança vai até as 22h. A casa do Hip Hop fica na Rua 24 de Maio, 38, em Diadema. A entrada é grátis.

Fonte: http://sptv.globo.com

sábado, 27 de junho de 2009

Michael Jackson




Michael Joseph Jackson

(Gary, 29 de agosto de 1958Los Angeles, 25 de Junho de 2009) foi um cantor, compositor, ator, dançarino, publicitário, escritor, produtor, diretor, poeta, instrumentista, estilista, ilusionista e empresário estadunidense.

Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de "King of Pop" ("Rei da música Popular"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock[1] e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso. Vídeos como "Black or White" e "Scream" mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o robot e o moonwalk. Seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade de suas músicas influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.

Jackson doou milhões de dólares durante toda sua carreira à causas beneficentes através da Dangerous World Tour, compactos voltados à caridade e manutenção de 39 centros de caridades. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido ao Vitiligo e geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública. Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se e foi pai de três filhos, todos os quais geraram controvérsia do público. O cantor teve experiências com crises de saúde desde o início dos anos 90 e sofreu também comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.

Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem uma série de recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreira solo e seis Grammys com The Jacksons e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente,[2] sendo que alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão.[3] Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de sucesso como rock superstar fez dele parte da história da música rock e cultura popular por mais de quatro décadas.[4] Nos últimos anos, foi citado como o homem mais conhecido mundialmente.

Discografia:


Álbuns de estúdio


Coletâneas, semi-coletâneas e edições especiais


Origem: Wikipédia

sábado, 16 de maio de 2009

DOCUMENTÁRIO FIRMEZA TOTAL

A Secretaria da Educação produziu um documentario ENSINO MEDIO EM REDE (HIP-HOP EM SALA DE AULA).
Onde alem de um clipe de 1° qualidade do grupo Submundo Racional, ainda tem imagens e depoimentos de crianças da oficina de MCs da Posse Enraizados SP. Tambem depoimento dos oficineiros Dimenor, Lge, Soneca, Terno e do b.boy Tcheba. O documentario é avaliado por especialistas em educação, Assistente Social, Psicologos, Professores da USP, e varios outros especialistas.


STREET JAMS-ELECTRIC FUNKY vol.1

01-Juice 'The Electric Wire'-Skanless Electric Funk Mega Mix
02-Áfrika Bambaataa e The Soul Sonic Force-Planet Rock
03-Twilight 22-Electric Kingdown
04-Planet Patrol-Play At Your Own
05-Techonfunk-Mirda Rock
06-Guru-Who Are You Stealin From
07-Hashim-Al Naayfish (The Soul)
08-Cybotron-Clear
09-Aleem-Release Yourself
10-Herbie Hancock-Rock It
11-Grandmixer DST-Megamix II Why Is It Fresh
12-Newcleus-Jam On Revenge (The Wikki-Wikki Song)
13-Grandmixer DST-Crazy Cuts

http://www.mediafire.com/?zmy2jtnmyoz

Fonte: originalfunk-se
BREAKIN' (1984)
**Estão ai duas trilhas sonoras raras e clássicas dentro do universo hip-hop Beat Street (post abaixo) e Breakin', ambos 1984!! Dont' Stop The Feeling.

01-Ollie & Jerry-There's No Stoppin' Us
02-Bar Kays-Freakshow On The Dance Floor
03-Hot Streak-Bod Work
04-Carol Lynn Townes-99.5
05-Ollie & Jerry- Showdown
06-3V-Heart Of The Beat
07-Fire Fox-Street People
08-Reflex-Cut It
09-Chaka Khan & Rufus-Ain't Nobody
10-Ice T & Chris The Glove Taylor-Reckless
11-Ice T & Chris The Glove Taylor-Reckless
12-Al Jarreau-Boogie Down
13-Kraftwerk-Tour The France
14-Art Of Noise-Beat Box

Baixe o CD e confira !!
http://www.mediafire.com/?t2uzzzynztm

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Entrevista com Lady Rap

nome: Glayce de Freitas
Vulgo: Lady rap

Qual a tua trajetoria antes do rap, e como isso começou?

Na verdade não existiu tragetoria era uma criança normal com pais normais vida estremamente normal...

Quais foram os grupos que te influenciaram na correria do rap?

Na verdade de tudo um pouco mais quando comecei a curtir rap mesmo eram o Expressão Ativa, Negra le, Ndee Naldinho, Sampa Crew entre outros.

O que você relata em suas letras e qual a proposta delas?

Falo de amor de sedução das conquistas das mulheres defendo o rap/música falo coisas que elevam pra a alto-estima do ser humano... a proposta é essa mesmo dançar, falar de paz, falar de amor trazer vida as pessoas e fazer com que elas percebam que rap é musica não é so protesto que rap é lazer não é só seriedade, em fim, que rap é som pra seres humanos e não pra robores.

Quanto tempo de correria já no rap, e o q ele te proporcionou já em sua vida?

Tem exatamente 8 ano que conheci e que escrevi meu primeiro rap, e posso dizer que além da satisfação, o rap me proporcionou conforto em momentos que que pensei ter acabado o sentido de viver... por eu ter sofrido um estupro e ter iniciado uma sindrome do panico, nesses momento o rap me deu vida meu deu força, não só o rap, mas todos os meu aliados e parceiros que estavam na correria do RAP comigo.

Pra vc como mulher, quais as dificuldades que você ja sofreu em ser uma Rapper, e na sua visão o que deve ser feito para as minas conquistar o respeito no RAP alagoano?


A princípio, a maior dificuldade era comigo mesma, ao contrário do que acontece com outras meninas ao entrar no rap o preconceito não surgiu dos homens mas de mim mesma para comigo mesma hehe...falo em relação as roupas ao meu comportamento ao meu carater, em fim uma série de fatores que fizeram com que houvesse essa cobrança. E em relação as meninas no rap alagoano acredito que a situação se encontrava no comodismo... cobravam de algumas ... queriam ver o rap feminino crescer mais ninguem se doava para que isso acontecesse... o Nordesti'na'mente chegou quebrando a banca de muitas meninas que tinham vergonha de cantar e a exemplo do grupo novas meninas estão mostrando o seu potencial e não sou prepotente de maneira nenhuma, em afirmar que o Nordesti'na'mente "Abriu as portas para uma nova era de mulheres capazes" no Rap alagoano!!!

Você acha que agora chegou a vez das mulheres no rap alagoano?

Não só acho como tenho certeza... como disse anteriormente, o comodismo havia tomado conta do rap feminino alagoano, e esse ano de 2009 as mulheres tão chegando com firmeza no rap, ha cada menina nova que entra no nosso movimento é uma mutidão que elas atraem é lindo ver uma mulher no palco, sua desinvoltura, sua sinceridade em transmitir seu som... mas depois que essa modinha passar só as guerreiras sobreviveram.

Rolou algum tipo de preconceito com você aqui em alagoas?

Sim rolou não vou nem devo citar nomes mas, disseram que nosso som era "brega" que estavamos ridicularizando o rap... bom... rap mais ridículo eu já vi por ai e nem por isso... como diz a música "tô nem ai"... Eu sei que na verdade tão curtindo mas existe alguns que não querem acordar pro novo entãom só digo pra essas pessoas... Paciência...

Fale aqui e deixe um salve para as minas que estão nos corre do rap e q estão afim de cantar, e o que você ver no rap alagoano, ou no hip-hop, quais os rumnos que você irá tomar na sua vida de rapper e dê seu ponto de vista no q devia melhorar na banca do rap alagoano?

Um salve para: Preta Pyll, Jêh Gusmão(poetas perifericos)Eu vejo no rap alagoano talentos joias que o a correria vai lapidar vejo rappers promissores, vejo uma nova maneira de viver...
Mas vejo que pra isso acontecer é preciso que as pessoas resolvam mudar alguns posicionamentos.
Eu Ainda continuo cantando no Nordesti'na'mente, mas, estou na correia da minha
mix tape "solo" que desejo fazer com algumas participações: Recife,São Paulo, Rio Grande do Norte e do Sul e Alagoas...

quarta-feira, 18 de março de 2009

PH Lança CD Novo na Praça



Já está na rua o mais novo cd demo do rapper PH entitulado "eu tow no jogo". Esse cd traz 16 faixas com várias participações. Os manos e as minas que tiverem interessado em adiquirir o cd, é so entrar em contato com o PH pelo telefone: (82) 8851-7802 OU pelo email: rapalagoano@hotmail.com

O valor do cd é apenas de 3R$, e o intuito é a divulgação e proliferação do rap alagoano nas periferias da nossa região!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

História da Dança de Rua

História da Dança de Rua
As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA,
em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram
desempregados e foram para as ruas fazer seus shows.
Estilo de Danças de Rua
Breaking, B-Boying – Foi desenvolvido pelos garotos do bairro do Bronx (NY)
entre 1975 e 1976 nas Block Parties (festas de rua) ao som dos ritmos latinos, soul, funk e
jazz. O fato curioso sobre o nascimento deste estilo, é que ele fora desenvolvido pelos
adolescentes da época, que por não conseguirem imitar corretamente seus irmãos mais
velhos e seus pais, que dançavam embalados pelo soul, acabaram criando um estilo mais
radical, composto por Top Rock, Footwork e Freeze. Breaking geralmente é dançado ao
som de Funk (original dos anos 70) ou senão das mixagens conhecidas como Break Beats.
B-Boy / B-Girl – termo criado pelo pai de todos os DJ’s, DJ Kool Herc, não por causa dos
movimentos robotizados, mas sim para se referir àqueles que dançavam na roda quando os
DJ's ficavam repetindo uma certa parte instrumental da música, que é o break da música,
daí surgiu o nome. O DJ brincava perguntando “Onde estão os B-Boys (Break-Boys) e BGirls
(Break-Girls)?”. Todos já sabiam que Kool Herc iria construir as batidas para o Grupo
de Elite de Dançarinos que participavam de suas festas. O nome pegou e hoje representa, de
modo genérico, o praticante de todos os estilos do Breaking. Mas que fique claro que BBoy
e B-Girl são aqueles que dançam o B-Boying, Breaking. Vale uma observação: B-Boy
também tinha outras duas interpretações: Beat Boy ou Bronx Boy.
Locking – criado por Don Campbellock no final dos anos 60, em Los Angeles.
Pode-se dizer que este estilo fora inventado acidentalmente pelo fato de Campbellock
nunca ter conseguido interpretar corretamente os passos do funk chicken (estilo
popularizado por James Brown em suas apresentações). É importante lembrar que o
dançarino de locking é denominado de locker.


Então B.boys, Pretstem atenção e divulguem isso! até mais e um forte abraço!!!!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Videos do Hip-Hop Alagoano

Deixo aqui uma amostra de alguns videos feitos em varias apresentaçoes feita pelo nosso estado.